Caxias do Sul - RS - Brasil

BLOG GAÚCHO QUE VISA DIFUNDIR O TRABALHO REALIZADO NO ESPORTE DO ESTADO E A PARTICIPAÇÃO DE COMISSÕES TÉCNICAS E ATLETAS QUE LEVAM O NOME DE SUAS EQUIPES A DIVERSAS REGIÕES DO MUNDO

Top Sport disputa o quadrangular final do estadual de futsal

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Top Sport disputa o quadrangular final do estadual de futsal

Neste final de semana, no ginásio, no ginásio do Clube dos Empregados da Petrobras (CEPE) em Canoas, a fase final do Campeonato Gaúcho de Futsal na categoria sub-13 masculina em um quadrangular que reunirá os melhores times do estado e, 2015.
O atual campeão sub-13 é o time do Paulista de Pelotas que entrará como um dos favoritos. Caxias do Sul honrará sua tradição no esporte com a Top Sport, segunda melhor campanha do torneio atrás apenas da Uruguaianense, possuindo o mesmo número de pontos porém com saldo de gols inferior ao time da fronteira.
Os caxienses treinados pelo técnico Saimon Rech entram em quadra já no sábado (28/11) enfrentando os atuais campeões, às 9:30 horas em Canoas. No mesmo dia enfrentam a Sercesa de Carazinho e encerram sua participação no domingo, às 11:15 contra a Uruguaianense.
Top Sport/Prefeitura está na final do Sub 13

Após melhor temporada da carreira, caxiense Marcelo Demoliner quer chegar ao top 50 em 2016

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Após melhor temporada da carreira, caxiense Marcelo Demoliner quer chegar ao top 50 em 2016

Tenista, que tem o apoio do Fiesporte, encerrou o ano como 78º melhor jogador de duplas do mundo

Após melhor temporada da carreira, caxiense Marcelo Demoliner quer chegar ao top 50 em 2016 Felipe Nyland/Agencia RBS
Em 2015, Demoliner chegou até as oitavas de final em WimbledonFoto: Felipe Nyland / Agencia RBS
Maurício Reolon
Foi uma temporada especial para Marcelo Demoliner. O guri que batia bola nas quadras do Recreio da Juventude virou um atleta do mundo. Após 12 anos de estrada, jogos e conquistas, o 2015 do tenista caxiense pode ser considerado o momento em que o desejo se confirmou e o que antes parecia apenas um sonho está mais próximo de se confirmar. 

Demoliner encerra a temporada como o 78º melhor duplista do mundo e o quarto do país. Um ano e meio depois da decisão de se dedicar apenas às duplas, o tenista acredita que fez a escolha certa. 

— Em 2015, tive a oportunidade de jogar com muitos atletas de alto nível. Jogar nas duplas, foi uma opção, onde enxergo um grande futuro. O André Sá, o Bruno Soares e o Marcelo Melo sempre me incentivam, falam do meu potencial e isso me motiva ainda mais. É seguir os mesmos passos. Quero fazer de tudo para chegar no nível deles — destaca o caxiense. 

Melo é hoje o primeiro no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP). Soares vem em 22º e Sá como o 42º. Mesmo que já tenha alcançado a 73ª posição, em maio de 2013, Demoliner vive agora seu melhor momento. Na temporada, o jogador de 26 anos chegou a cinco finais de Challengers, a última no final de semana passado, no Uruguai, e ganhou dois títulos, um no saibro colombiano de Cali e outro na grama inglesa de Ilkley. 

Além disso, venceu sete jogos em nível ATP, disputou dois Grand Slam e chegou às oitavas de final em Wimbledon ao lado do neozelandês Marcus Daniell. Encerra o ano com 35 vitórias e 27 derrotas. 

— Foi um ano de resultados inéditos, com as primeiras vitórias em Grand Slam. Foi para guardar na memória. Agora, em 2016 é começar a colher os frutos desse aprendizado e subir de nível. Minha meta é chegar aos 50 melhores e, depois, quem sabe, alcançar meu sonho, que é estar no top 10 — projeta. 

O objetivo de crescer no ranking está diretamente relacionada a outra meta de Demoliner para 2016: a Olimpíada no Rio de Janeiro. Para ter chances de brigar por uma vaga como duplista, ele precisa estar, pelo menos, no top 50. 

Até agora, Marcelo Melo e Bruno Soares estão garantidos nas duplas. Ainda na busca por um parceiro fixo, ele iniciará a temporada ao lado do brasileiro Thomaz Bellucci, melhor ranqueado em simples e com o qual vai disputar pela primeira vez o Australian Open, primeiro Grand Slam do ano, em janeiro. 

— É um grande parceiro e vou tentar aproveitar o máximo por não ter pontos a defender nos primeiros meses. A Olimpíada não deixa de ser uma meta, um sonho para 2015. Eu tenho o mesmo treinador do Bellucci e fica mais fácil para treinar e combinar de jogar junto. Vamos fazer a pré-temporada juntos e estaremos entrosados — destaca.
PIONEIRO

Kinesio Taping: Cientificamente não funciona. Psicologicamente...

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Ron C. Angle/TPL
Se você é um verdadeiro apreciador de tênis e acompanha os torneios do circuito profissional, com certeza já observou que muitos jogadores estão utilizando fitas coloridas por todo o corpo. Serena Williams, Na Li, Novak Djokovic e Gael Monfils são alguns dos que mais a utilizam em partidas oficiais. Mas afinal o que são aquelas fitas e como elas funcionam?
Trata-se da fita kinesio (Kinesio Taping). Ao contrário do que se imagina, ela não é apenas um enfeite ou uma questão de vaidade. Esse método é derivado, basicamente, da ciência da cinesiologia, por isso foi denominada “kinesio”. Tanto no circuito profissional quanto no amador, ela se tornou um dos mais novos aliados dos tenistas.

HISTÓRICO E BENEFÍCIOS

Tudo começou com um direcionamento de atenção da ciência desportiva à importância da função muscular para o desempenho no esporte, daí surgiu a ideia de tratar os músculos por meio da ativação do processo natural de autocura. A eficácia da fita está na ativação do sistema circulatório e neurológico.
Ela se aplica sobre ou ao redor da musculatura, com os músculos em posição alongada, de uma extremidade do músculo à outra e com pouco ou nenhum estiramento da fita.
Entre outros benefícios, os propósitos básicos são: reduzir a dor e a inflamação, relaxar os músculos fadigados pelo uso excessivo e dar suporte muscular em movimentos utilizados com frequência. Ela é aplicada a partir da origem para inserção do músculo para suporte muscular e de inserção para origem para reabilitação.
Com a aplicação da fita, a sensação dos tenistas é de mais consistência muscular, o que teoricamente, pode contribuir com uma melhora no desempenho. Além disso, os jogadores relatam se sentirem mais confiantes em seus movimentos.
O grande fator diferencial da fita é que ela proporciona a oportunidade de vivenciar um real suporte muscular e estabilidade articular sem afetar a amplitude de movimento, melhorando a circulação, permitindo que o tenista continue o seu jogo com uma ajuda funcional e sem incômodo. A fita é constantemente usada para manutenção preventiva em qualquer nível de jogo (do iniciante ao profissional) e pode ainda ser utilizada em combinação com outras modalidades terapêuticas, como a crioterapia, terapia manual, hidroterapia, estimulação elétrica etc.

ATUAÇÃO NO CORPO

Os músculos se estendem e se contraem constantemente dentro de uma amplitude considerada normal. Entretanto, quando um músculo ultrapassa os limites da contração ou da extensão, não consegue se recuperar e, na sequência, inflama. Durante a inflamação, inchaço ou rigidez gerada pela fadiga, o espaço entre a pele e o músculo fica comprimido, resultando em constrição do fluxo de fluído linfático. Essa compressão eleva a pressão sobre os receptores de dor localizados sob a pele, que, por sua vez, comunicam sinais de desconforto ao cérebro. A fita alivia a dor e facilita a drenagem linfática por levantar, microscopicamente, a pele. A sua propriedade elástica faz com que a porção de fita adesiva crie circunvoluções e enrugamentos na pele e, assim, aumenta o espaço intersticial e melhora o fluxo sanguíneo e linfático.
Ron C. Angle/TPL
Fita é usada como manutenção preventiva e pode ser combinada com outras modalidades terapêuticas

USO NO TÊNIS

No tênis, a fita é usada para qualquer tipo de acometimento desde dores de cabeça a problemas nos pés. Alguns exemplos da aplicação são: facilitação ou inibição neuromuscular, comprometimentos e desconfortos musculares gerais, desequilíbrios e instabilidades no ombro, fasciíte plantar, entorse de joelho e tornozelo, lesões de menisco, acometimentos patelo-femorais, bursite, síndrome do túnel do carpo, lombalgia e cervicalgia, epicondilite etc.
Apesar disso, a aplicação em quadra (quando a partida já iniciou) não é recomendada. Uma das razões é que o corpo suado não permite uma fixação adequada à pele. Outra é que nos primeiros minutos após a aplicação é sentida uma sensação diferente no local. Essa sensação poderia chamar a atenção do jogador em demasia e, assim, desviar o foco e a concentração.
O sucesso desse método no tênis está associado às suas características peculiares. A fita possui propriedades elásticas, tem capacidade de expansão em apenas um sentido longitudinal, tem espessura e peso similares à pele humana, possui poros para permitir a respiração da pele, é hipoalergênica etc, podendo ser usada por vários dias. Apesar disso, recomenda-se a permanência aplicada por, no máximo, três dias sem treinos e jogos. Caso tenha algum jogo competitivo, a fita deve ser trocada.
Por exigir um alto grau de conhecimento de anatomia e fisiologia muscular, a KTA (Kinesio Taping Association International, criadora do método) afirma que a fita deve ser aplicada somente por pessoas credenciadas.
CORES PARA QUÊ?
Em relação as cores da fita, estudiosos da cromoterapia acreditam nos diferentes efeitos proporcionados por elas, mas, de forma geral, não há diferença física ou química entre elas. As cores foram desenvolvidas apenas com o intuito de se tornarem compatíveis com os gostos dos utilizadores.
Apesar das pesquisas científicas não evidenciarem benefícios concretos com a utilização da Kinesio Taping, a vivência prática no circuito profissional de tênis permite afirmar que existem alguns efeitos benéficos para os atletas, pois é bastante comum ver tenistas lesionados ou em fase inicial de lesão utilizarem a fita e afirmarem não terem sentido qualquer incômodo na região afetada durante o jogo.


Original: http://revistatenis.uol.com.br/artigo/uma-fita_9866.html#ixzz3sWPe7xWn

As principais lesões no tênis

O número de praticantes de tênis vem crescendo consideravelmente nos últimos anos e, consequentemente, o número de lesões também aumenta. Elas podem resultar em diminuição do rendimento ou até afastamento da quadra e dos treinos por longos períodos. Por isso, é importante que todos os envolvidos (técnicos, professores, preparadores físicos, pais e atletas) tenham conhecimento das lesões mais frequentes e suas implicações para que seja possível um tratamento com qualidade.
Um estudo realizado em 2012 reuniu todas as lesões ocorridas em tenistas participantes do US Open desde 1994 até 2009 e confirmou a lesão muscular como sendo a mais frequente durante o torneio. A taxa de mazelas em membros inferiores foi superior às de tronco (coluna) e membros superiores, sendo o tornozelo a articulação mais acometida, seguida por joelho e pé.
Uma revisão epidemiológica publicada em março deste ano teve o objetivo de investigar as principais lesões no tênis e ressaltou a dificuldade de se estabelecer um padrão para tal definição, pois cada estudo classifica o termo “lesão” de diferentes modos e avalia diferentes grupos de praticantes (por exemplo, atletas recreativos, amadores ou profissionais). Mesmo assim, esse tipo de estudo nos fornece informações valiosas que serão descritas a seguir.

LESÕES NO TÊNIS

Como dito anteriormente, a incidência e prevalência de lesões pode variar consideravelmente devido às diferentes definições para lesão, idade do grupo estudado, ou até mesmo pelo nível do praticante (recreativo, amador, profissional).
Em atletas de alto rendimento com idade inferior a 18 anos, a taxa de lesões varia de dois a 20 a cada 1.000 horas de prática do esporte. Quando considerados todos os níveis de atletas, a incidência de lesões é de três por 1.000 horas de prática, levando-nos a acreditar que atletas mais jovens sofrem mais lesões do que os que praticam há mais tempo o esporte devido à baixa experiência.

LOCALIZAÇÃO DAS LESÕES

A maioria das lesões acontece em membros inferiores (entre 31% e 67%), seguido pelos membros superiores (20% – 49%) e por último, o tronco (3% – 21%). As regiões mais atingidas dos membros inferiores foram o tornozelo e a coxa, com a entorse de tornozelo sendo a mais específica ocorrida. Já nos membros superiores, o ombro e o cotovelo foram as articulações mais acometidas, com a epicondilite lateral sendo a mais prevalente.
Algo importante a se ressaltar é que a maioria das lesões em membros inferiores é de característica aguda e mais frequente, enquanto as em membros superiores são de caráter crônico com menor incidência.

Prevalência de lesões específicas no tênis

O backhand com duas mãos pode ajudar uma criança em relação à força e também evitar o temido Tennis Elbow (cotovelo de tenista), mas tênis não é força e sim técnica. O backhand com duas mãos, quando executado com os braços encolhidos junto ao tronco, pode sobrecarregar a coluna a ponto de provocar uma fratura por estresse. Portanto, cuidado.

OMBRO

Um estudo com atletas de alto rendimento entre 12 e 19 anos mostrou que a dor no ombro está presente em 24%, aumentando em até 50% dos praticantes quando chegam à meia idade, ou seja, um número bastante expressivo e preocupante. Quando consideramos todos os níveis de atletas, as lesões de ombro variam de 4% a 17%.
Essas mazelas normalmente ocorrem por uso repetitivo e podem estar relacionadas com o movimento anormal da escápula, chamada de discinesia escapular; lesões do manguito rotador, que é um conjunto de músculos que atuam como a principal estabilização do ombro; ou pelo chamado GIRD (Glenoumeral Internal Rotation Deficit), que é a diminuição ou déficit do movimento de rotação medial do ombro dominante em relação ao membro não dominante. Por isso é importante para os fisioterapeutas conhecer tais fatores de risco para um tratamento compatível com as lesões de ombro.

DOR LOMBAR

A dor lombar (lombalgia) é muito frequente em atletas ativos, atingindo até 85% de praticantes de forma aguda ou crônica, podendo afastar o praticante das quadras e de torneios.
As causas da dor lombar são inúmeras, mas, quando falamos de tênis, o saque parece ser um dos principais fatores, devido à sobrecarga da coluna de forma repetitiva. Estudos mostram que o serviço com topspin sobrecarrega mais a lombar em comparação ao com slice (underspin) e ao flat (sem efeito). Por isso, ensinar o topspin para atletas muito novos pode aumentar o risco de dor e lesões lombares, como a espondilólise (fratura por estresse de uma parte das vértebras) ou espondilolistese (escorregamento vertebral).

LESÕES MUSCULARES

Está entre as lesões musculares mais frequentes no tênis a da panturrilha, ou perna do tenista (tennis leg). Além dessas, as lesões dos músculos relacionados ao ombro, quadril e lombar também são frequentes.

EPICONDILITE LATERAL

A epicondilite lateral é uma das lesões mais comuns no tênis, caracterizada pela sobrecarga de tendões, principalmente em jogadores recreativos. Não há diferença entre gêneros, ou seja, homens e mulheres parecem ser acometidos na mesma proporção.
A incidência dessa lesão vai de 35% a 51% e, apesar de não estar cientificamente comprovado, acredita-se que ela ocorre em menor número de praticantes que realizam o backhand com as duas mãos, pois permite que a mão não dominante absorva mais impacto, diminuindo o risco de falhas mecânicas do punho.
Acredita-se que o uso de antivibradores diminuía a incidência de epicondilite lateral no tenista, no entanto, estudos não suportam essa hipótese. O que vem sendo associado a ela é a experiência do tenista, já que a prevalência é maior em praticantes menos experientes e que não possuem uma boa técnica.

QUADRIL

As lesões de quadril correspondem de 1% a 27% de todas as lesões em tenistas. Estudos reportam incidência de 0,8 por 1.000 exposições e prevalência de 1,3 lesão a cada 100 tenistas juvenis competitivos.
Uma pesquisa investigou o tamanho de músculos do quadril em tenistas profissionais e encontrou diferenças no trofismo (tamanho) deles quando comparado o lado dominante com o não dominante do atleta. Foi possível observar que o lado não dominante possui músculos com maior trofismo, e que isso pode levar a dores no quadril a partir de bursites e tendinites. Concluindo, tenistas estão mais susceptíveis a lesões no quadril não dominante em relação ao dominante.
Além disso, foi encontrada uma correlação entre jogadores de tênis e osteoartrite (doença progressiva e degenerativa de desgaste da cartilagem óssea, popularmente conhecida como artrose) de quadril. Um grande estudo verificou que ex-atletas de tênis possuíam 250% mais sinais de desgaste do quadril em relação a pessoas que não praticavam esportes.

JOELHO

As lesões de joelho são muito frequentes no meio esportivo em geral, e no tênis não é diferente. Estudos chegam até a reportar que lesões no ligamento colateral lateral (LCL) e do menisco medial são mais frequentes no tênis em comparação a outras modalidades. A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) também possui incidência relevante, com 10% a 13% de todas as lesões que ocorrem no joelho.
Além dessas mazelas, a dor patelofemoral (também conhecida como síndrome da dor patelofemoral – SDPF) e a tendinopatia patelar (doença do tendão patelar) são comuns em tenistas. Devido a essa alta incidência de lesões no joelho, diversos programas preventivos vêm sendo elaborados a fim de evitar que elas ocorram.
Existe grande polêmica em relação à participação no esporte e a osteoartrite de joelho. Enquanto alguns pesquisadores associam o esporte à degeneração precoce, outros afirmam que atividade moderada não está associada a essa doença.

FRATURA POR ESTRESSE

Essa lesão possui uma incidência de aproximadamente 13% em atletas de tênis, afetando em maior parte o navicular (osso do pé), vértebras, metatarsos (osso do pé) e a tíbia (osso do perna). Atletas com idade inferior a 18 anos foram mais atingidos em comparação aos adultos. Diversas são as causas e, dentre elas, o erro de gesto esportivo, erro de pegada na raquete e sobrecarga de treinamento estão como principais fatores causadores que precisam ser corrigidos.

FATORES DE RISCO

Existem alguns fatores de risco que podem predispor a lesões relacionadas ao tênis, mas, ao mesmo tempo, algumas características que são ditas como predisponentes para lesão não são comprovadas cientificamente. Então, vale comentar um pouco sobre esses fatores de risco.

IDADE

Apesar de muitas pessoas acreditarem que indivíduos com a idade mais avançada têm mais chance de sofrer lesão, estudos comprovam que isso não verdade, até o presente momento.

GÊNERO

Acredita-se, por vezes, que as mulheres são mais frágeis do que os homens ou que os homens são mais expostos ao esporte e que isso contribui para surgimento de lesões, mas ambas as informações também não foram comprovadas. Assim, não existe predominância de lesões entre os gêneros masculino e feminino.

VOLUME/INTENSIDADE DE TREINO E JOGO

A intensidade de treino está diretamente relacionada com o surgimento de lesões. Estudos mostraram que atletas com epicondilite lateral treinavam cerca de 8 horas semanais enquanto os que não tinham a lesões treinavam, em média, 5,5 horas.

NÍVEL DO PRATICANTE

O nível do tenista não tem interferência no surgimento de lesões, no entanto, jogadores menos experientes sofrem mais lesões por estresse no punho e cotovelo devido à vibração gerada pela raquete, consequência de erros de técnica. Já os profissionais estão submetidos a uma carga maior de treinamento, o que tende a igualar a quantidade de lesões adquiridas em comparação aos mais novos.

EMPUNHADURA

A empunhadura que o tenista utiliza na raquete pode influenciar no desenvolvimento de lesões no punho e mão. Em geral, as pegadas do tipo Western e semi-Western geram lesões de sobrecarga nos tendões que estendem o punho e lesões de cartilagem; enquanto a pegada do tipo Eastern leva a lesões de sobrecarga dos tendões do polegar e que fletem o punho.

TRANSMISSÃO DE VIBRAÇÃO

As propriedades das raquetes interferem na transmissão da vibração para os braços, porém não há estudos que comprovem que a vibração pode ter relação com o surgimento ou agravamento das lesões.

TIPO DE QUADRA

Estudos avaliaram o número de jogos interrompidos por lesões em partidas de Grand Slam e verificaram que os confrontos realizados em grama tiveram menores índices, enquanto os jogos em quadra rápida apresentaram maior número de partidas incompletas.

DICA

Sempre use uma corda sintética, fina e com tensão de, no máximo, 50 libras. Crianças deveriam usar 40 libras quando encordoadas em máquinas eletrônicas ou 45 libras quando encordoadas em máquinas analógicas.
Referências Bibliográficas
Abrams GD, Renstrom PA, Safran MR. Epidemiology of musculoskeletal injury in the tennis player. Br J Sports Med. 2012 Jun;46(7):492-8.
Sell K, Hainline B, Yorio M, Kovacs M. Injury trend analysis from the US Open Tennis Championships between 1994 and 2009. Br J Sports Med. 2012 Aug.
Colaboradores:
Renan Higashi e Gustavo Toledo


Original: http://revistatenis.uol.com.br/artigo/as-principais-lesoes-no-tenis_9588.html#ixzz3sWP3gGlY

Judocas do Recreio em seletiva

Judocas do Recreio em seletiva


A equipe de judô do Recreio da Juventude, de Caxias do Sul, disputa até domingo a Seletiva Nacional de Base, em Lauro de Freitas, na Bahia. É o principal caminho para ingressar na seleção brasileira de categorias de base.

O técnico Giovani Cruz (E, em pé) comanda a delegação de cinco judocas: Maria Augusta Emerim Nunes (-70 kg), Hyan Melo (-81 kg) e Arthur Zolet (-66 kg), em pé, e Emanuel Barcelos (-81 kg) e Fernando Koch (-60 kg), agachados.

Curtas - Triatlo, Corrida e Veloterra

Curtas - Triatlo, Corrida e Veloterra

- Triatlo - Samuel da Luz Stumpf, de Caxias, é o primeiro triatleta com deficiência visual do Estado a completar a prova de triatlo do Sesc de Tramandaí. A etapa foi domingo. Parabéns!

- Aventura - A caxiense Leonice Cecconello (Fiesporte/Prefeitura de Caxias/ASEP Pedancino) comemora o 3º lugar geral nos 26 km do Train Run de Pedra Azul, em Domingos Martins (ES), dia 21.

- Veloterra - Os pilotos Cleomar Lusa, Daniel Bassani e Rodrigo Galiotto foram os grandes vencedores do Desafio Altos da Serra de Veloterra, em Flores, dia 22.
- Corrida - Com cinco pódios na etapa urbana do Circuito Fuja do Estresse, Corra Pra Saúde (Ifecs), domingo, em Farroupilha, a equipe de corrida da Academia Ane Fidler, de Caxias do Sul, já começa a se preparar para a última etapa, dia 12 de dezembro. Os destaques da prova no Condomínio Greentec foram Arthur Bueno (1º na categoria até 7 anos), Débora Winkler (1ª na 20 a 24 anos), Gabriel Britto (1º na 20 a 24 anos), Andresa Segatto (5ª na geral 10 km) e Carolina Castilhos (3ª na 25 a 29 anos).

Dobradinha Caxiense no Campeonato Gaúcho Adulto Masculino de Handebol

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Dobradinha Caxiense no Campeonato Gaúcho Adulto Masculino de Handebol


Recreio da Juventude conquista o Bicampeonato do Estadual de Handebol, APAHAND é terceiro

A APAHAND ficou na terceira colocação


Recreio da Juventude - Bicampeão
Recreio da Juventude - Bicampeão 
Foto: Divulgação

Neste fim de semana, nos dias 21 e 22 de novembro, em Caxias do Sul, ocorreu a terceira e última fase do Campeonato Estadual de Handebol Adulto Masculino.
A equipe caxiense do Recreio da Juventude, atual campeã gaúcha da categoria, alcançou o bicampeonato estadual ao derrotar na decisão a UFRGS, pelo placar de 25 a 21. Na disputa pelo terceiro lugar, o outro time caxiense, a APAHAND/UCS foi a vencedora ao ganhar da HandAction, por 41 a 27.
Central de Conteúdo Unidade São Francisco

2ª Clínica de Tênis da Associação Esportiva e Cultural Crescer é realizada em Caxias

2ª Clínica de Tênis da Associação Esportiva e Cultural Crescer é realizada em Caxias

O projeto Crescer no Tênis aproveitou o evento para encerrar as atividades de 2015, fazendo um intercâmbio entre as turmas


A 2ª Clínica de Tênis da Associação Esportiva e Cultural Crescer foi realizada neste segunda-feira, 23, em Caxias do Sul. O evento teve a participação de professores do município de Caxias do Sul, dos diretores da Associação, do tenista profissional Marcelo Demoliner, do técnico Marcelo Camargo, dos atletas do projeto Crescer no Tênis/Pref. de Caxias, e outras autoridades.
O projeto Crescer no Tênis aproveitou o evento para encerrar as atividades de 2015, fazendo um intercâmbio entre as turmas. Demoliner bateu bola com as crianças e ainda ressaltou a importância de aliar o esporte aos estudos como explanado ao secretário e professores.
O projeto social Crescer no Tênis/Pref. de Caxias tem a administração da Associação Esportiva e Cultural Crescer em parceria com o Instituto Marcelo Demoliner.
Central de Conteúdo Unidade São Francisco

ACBF vence o Orlândia de virada e larga em vantagem na decisão da Liga Futsal

ACBF vence o Orlândia de virada e larga em vantagem na decisão da Liga Futsal

Time de Carlos Barbosa pode empatar no duelo de volta com casa cheia na Serra Gaúcha

ACBF vence o Orlândia de virada e larga em vantagem na decisão da Liga Futsal Ulisses Castro/Divulgação
Dener fez o gol de empate da Laranja MecânicaFoto: Ulisses Castro / Divulgação
Adão Júnior
Com autoridade e uma reação fulminante, a ACBF largou na frente na decisão da Liga Nacional de Futsal, na noite desta segunda-feira, em Uberaba (MG). Depois de levar 2 a 0 do Orlândia no primeiro tempo, o time laranja virou o placar para 5 a 3, com direito a quatro golaços e uma exibição de alto nível. 

O jogo da taça será no próximo domingo, às 13h, em Carlos Barbosa. Detalhe: todos os ingressos foram vendidos em cerca de três horas na manhã desta segunda. A ACBF tem a vantagem do empate. Se perder no tempo normal, pode empatar na prorrogação por ter a melhor campanha. Não há saldo de gols como critério.

A disputa para conseguir uma entrada para a grande decisão do futsal brasileiro de 2015 foi acirrada, mas o jogo de ida da final foi mais emocionante. Logo a 17 segundos, Bruno falhou e Douglas abriu o placar para o Orlândia na quadra neutra e mineira de Uberaba, já que o ginásio do clube no interior paulista não tinha a capacidade exigida. O segundo foi de Dieguinho, após vacilo de Marlon. E parou por aí.

O empate da equipe do técnico Marquinhos Xavier veio com dois golaços. Primeiro, Zico puxou um contra-ataque rápido e Rafa pegou a sobra de pé esquerdo, deixando o goleiro adversário sem pai nem mãe. Depois, foi a vez de Pito fazer uma jogadaça e tocar para Dener, de toquinho, marcar 2 a 2. 

No segundo tempo, Rafa, de primeira, marcou o gol mais bonito da noite, o da virada. Pito fez o mais fácil e simples, enquanto Bruno se redimiu no final e aumentou a vantagem. Só que aí Guina descontou o placar: 5 a 3, mas já era tarde. A Laranja Mecânica da Serra já tinha feito o estrago. E agora pode ser penta!

Presidente celebra conquista do Ju Futsal

Presidente celebra conquista do Ju Futsal 

Prestes a deixar o cargo, presidente alviverde esteve no Enxutão para conferir o acesso à Série Ouro

Raimundo Demore celebra conquista do Ju Futsal e destaca necessidade de novos investimentos Porthus Junior/Agencia RBS
Raimundo Demore exaltou trabalho dos profissionais envolvidos no projeto de futsal do JuventudeFoto: Porthus Junior / Agencia RBS
O Juventude Futsal está na Série Ouro do Estadual. O acesso veio na noite de sábado, com a vitória por 3 a 1 na prorrogação sobre a ATF, de Tapejara, no Enxutão. O ginásio lotou para empurrar a equipe alviverde à final da Série Prata, que garantiu o segundo acesso consecutivo desde a formação do time, no ano passado. O adversário nas finais será o Sobradinho, que venceu o Lagoa na outra semifinal.

O presidente do Juventude, Raimundo Demore, esteve no ginásio para assistir e comemorar a conquista. Após a vitória, o mandatário, que não deve seguir no cargo — mas pode continuar na diretoria que assumirá em 2016 — destacou a necessidade do clube dar suporte à área do futsal diante do desafio muito maior que vem pela frente:

— Todos aqueles que comandam o nosso futsal estão de parabéns. É uma conquista importante e que vai nos exigir um grande planejamento, principalmente financeiro. Serão necessários mais recursos para trazer jogadores de mais envergadura, além da necessidade de rever a estrutura, o sistema de ginásio. Mas há tempo para nos prepararmos e vamos fazer um grande trabalho, todos juntos — vibrou o presidente. 

Demore também mencionou o fato de Caxias do Sul voltar a ter uma equipe entre os grandes do futsal gaúcho. Isso não ocorria desde 2007, quando o time da UCS foi o último a representar a cidade na principal liga do Estado:

— Da Bronze para a Prata era uma coisa esperada. Mas no ano seguinte já ir para a Ouro, eu tinha alguma preocupação, principalmente pela dificuldade financeira frente às despesas. Mas todo mundo se ajudou e eles chegaram lá, para que Caxias do Sul voltasse a ter futebol de salão outra vez. Estávamos muito distantes disso, mas o Juventude mostrou que é possível. 

Em quadra, entre os protagonistas do acesso, o sentimento era apenas de euforia pela conquista. O pivô Juninho, um dos destaques do time, resumiu:

— Não tem nada que pague essa felicidade. Temos que agradecer a essa galera que veio aqui e lotou o ginásio. Agora é só comemorar.

Clássico caxiense nas finais do Campeonato Gaúcho de Handebol

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Clássico caxiense nas finais do Campeonato Gaúcho de Handebol

Acontece neste sábado e domingo no Recreio da Juventude em Caxias do Sul as finais do Campeonato Gaúcho de Handebol Adulto Masculino. O campeonato organizado pela Federação Gaúcha de Handebol chega ao seu final com um time de caxias garantido na decisão. O confronto entre o Recreio da Juventude, atual campeão, e a APAHAND/UCS/Pref. de Caxias é inédito na cidade. As equipes nunca disputaram esse campeonato ao mesmo tempo. A última vez que a APAHAND jogou terminou com o vice campeonato, perdendo apenas para ASH de Santa Maria. Já o Recreio da Juventude é o atual campeão gaúcho e campeão dos Jogos Intermunicipais do Rio Grande do Sul e entra na fase final como favorito. 
A APAHAND/UCS/Pref. de Caxias busca a inspiração nas meninas que a sete anos não perdem sequer um jogo no estadual. Para o técnico da APAHAND, Rafael dos Santos, o time vai buscar a vitória mesmo sabendo do favoritismo do adversário. "O Recreio é melhor tecnicamente e fisicamente que o nosso time. Não é à toa que são os atuais campeões. Vamos tentar surpreender, afinal todos querem esse título" destaca o técnico. 
O jogo válido pela semi-final está marcado para esse sábado, dia 21, às 18:30 horas na sede campestre do Recreio da Juventude. A entrada é franca.
No outro confronto da semi-final estão o HandAction e a UFRGS, ambos de Porto Alegre. Esse jogo precede o clássico caxiense, com início marcado para às 17 horas no mesmo dia e local.
No domingo pela manhã tem a decisão de terceiro lugar, com os perdedores dos jogos de sábado às 8:30hs e a grande final está marcada para as 10 hs.

Técnico da APAHAND destaca a superioridade da equipe do Recreio da Juventude

Adulto masculino da APAHAND sonha com a vaga na final

Vôlei - Depois do jogaço, novo desafio

Vôlei - Depois do jogaço, novo desafio

Time do técnico Paulão recebe hoje o Juiz de Fora após bater o Cruzeiro, quarta-feira, por 3 sets a 0

Um resultado maiúsculo e de dar moral para a sequência do Bento Vôlei/Isabela na Superliga. A primeira vitória no retorno à elite não foi contra qualquer equipe. Na quarta-feira, o time do técnico Paulão teve uma atuação que beirou a perfeição e aplicou 3 sets a 0 (25/18, 25/23 e 25/18) no Cruzeiro, atual bicampeão brasileiro e campeão mundial. A última vez que o grupo do técnico Marcelo Mendez havia perdido por esse placar na competição foi na temporada 2012/2013.

Para manter o embalo, a equipe bento- gonçalvense encara o Juiz de Fora-MG, única equipe que ainda não venceu no torneio, hoje, às 20h, novamente no Ginásio Municipal.

O desempenho acima da média no triunfo contra o Cruzeiro está explicada pela força do conjunto. O oposto Rivaldo acabou como o maior pontuador, com 18 acertos. Por outro lado, Marlon foi eleito o melhor da partida. O experiente levantador foi decisivo pela qualidade na distribuição das jogadas.

– Sempre temos uma estratégia e tentamos fazer ela dar certo. O vôlei é um esporte de oportunidades e nós conseguimos criá-las e aproveitá-las. Nos outros jogos, não conseguimos manter essa regularidade durante toda partida – explica Rivaldo.

Os centrais Henrique e Giovanni se destacaram nos saques, que alternavam força e atrapalhavam a recepção adversária. Por fim, as defesas do líbero Daniel e a eficiência dos pontas Ocampo e Bruno Temponi no passe e nos contra-ataques, fizeram do franco-atirador o vencedor da noite.

– A gente vinha de duas derrotas e a Superliga é um campeonato longo, mas rápido. São dois jogos por semana e a gente tinha ficado para trás na tabela. Ganhar do Cruzeiro em casa é importante porque sabemos que eles perderão poucos pontos. Foi um jogo em que sacamos muito bem e conseguimos controlar a linha de passe para rodar a bola – destaca Bruno.

Após três rodadas, Bruno e Rivaldo apareceram com o primeiro e segundo melhor aproveitamento de ataque na Superliga. O oposto é também o quarto maior pontuador da competição.

– A ideia de euforia não será um problema. A equipe é experiente, mais calejada e já sabe digerir coisas boas e ruins com uma facilidade maior. E digerir uma vitória dessas é sempre mais fácil – diz Rivaldo.

mauricio.reolon@pioneiro.com
MAURÍCIO REOLON

Fora de casa, Caxias do Sul Basquete tenta surpreender o favorito Bauru

Fora de casa, Caxias do Sul Basquete tenta surpreender o favorito Bauru

Após primeira vitória na competição, time caxiense encara o atual vice-campeão mundial

Fora de casa, Caxias do Sul Basquete tenta surpreender o favorito Bauru Roni Rigon/Agencia RBS
Ala Diego acredita que ser franco-atirador pode ajudar o CaxiasFoto: Roni Rigon / Agencia RBS
Maurício Reolon
Após conquistar a primeira vitória no NBB 8 contra o campeão paulista São José, o Caxias do Sul Basquete/Banrisul teve uma semana de preparação para mais um grande desafio. Nesta sexta-feira, às 20h, no Ginásio Panela de Pressão, o time do técnico Rodrigo Barbosa entra em quadra para enfrentar o Bauru. O adversário foi finalista do último NBB, perdendo a decisão para o Flamengo, e é o vice-campeão mundial. 

Os paulistas vinham invictos na Liga até perder para o Pinheiros, em casa, na última rodada, por 79 a 71. O time tem no grupo nomes com presença frequente na seleção brasileira, como o ala Alex, e o pivô Rafael Hettsheimeir. 

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Já o Caxias terá o desfalque do ala Guto, que sofreu um entorse no tornozelo esquerdo na última partida, mas confia que possa surpreender outra vez longe de casa. 

— Vencer o campeão paulista foi muito importante, até porque poucas equipes vão conquistar esses pontos. Sentimos que o time pode render mais — diz o armador Gustavinho. 

Para o ala/pivô Diego, o fato do favoritismo estar do lado adversário pode ser positivo para o Caxias: 

— No basquete, sempre se diz que o melhor vence. Mas, jogar como franco-atirador é interessante. Vamos ter uma responsabilidade um pouco menor e entraremos mais tranquilos dentro do jogo. 

Nas quatro primeiras rodadas, o Caxias teve média de 64,5 pontos por partida e está na 12ª colocação com cinco pontos (uma vitória e três derrotas).
PIONEIRO

Em noite inspirada, Bento Vôlei surpreende e bate o campeão mundial Cruzeiro por 3 sets a 0

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Em noite inspirada, Bento Vôlei surpreende e bate o campeão mundial Cruzeiro por 3 sets a 0

Na estreia em casa, time do técnico Paulão venceu a primeira na SuperligaEm noite inspirada, Bento Vôlei surpreende e bate o campeão mundial Cruzeiro por 3 sets a 0 Felipe Nyland/Agencia RBS

Com atuação brilhante, equipe não tomou conhecimento do atual campeão da SuperligaFoto: Felipe Nyland / Agencia RBS
Maurício Reolon
Foram seis temporadas sem um jogo da Superliga em Bento Gonçalves. E na noite que marcava o retorno da equipe atuando em casa na elite, um espetáculo para ninguém esquecer. O Bento Vôlei teve uma atuação que beirou a perfeição e bateu o Sada/Cruzeiro, atual campeão nacional e Mundial de Clubes por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 25/23 e 25/18. 

Foi a primeira vitória do Bento na Superliga após duas derrotas fora de casa. A equipe volta a jogar na próxima sexta-feira, contra o Juiz de Fora, às 20h, novamente no Ginásio Municipal. 

GALERIA DE FOTOS: confira imagens da partida

O primeiro set disputado em casa na volta para a elite não poderia ter sido melhor. O Cruzeiro até começou melhor e abriu logo 3 a 0 com uma boa sequência de saques do levantador William. Aos poucos, o Bento equilibrou as ações e, com bom volume de jogo, manteve o placar igual. Os mineiros voltaram a abrir três pontos, mas com um lindo bloqueio de Rivaldo e um saque eficiente do central Henrique, o time da casa virou para 11 a 10. 

A partir daí, o franco-atirador virou protagonista. Com Giovanni no saque e a dupla Marlon e Rivaldo mostrando entrosamento nos contra-ataques, a vantagem subiu para cinco pontos. Estava difícil do Cruzeiro encontrar meios de parar o oposto do Bento e foi justamente com Rivaldo, em um ace, que a equipe fechou o set: 25 a 18, para delírio da torcida.

Alternando saques forçados e flutuantes, o time da casa conseguia atrapalhar o passe do adversário e manteve o jogo equilibrado no início da segunda parcial. Na primeira parada, vantagem mineira: 8 a 6. Após o tempo, um erro de Wallacer deixou o placar novamente igual. 

Assim como no primeiro set, os levantadores Marlon e William mostraram grande repertório de jogadas e os ataques prevaleceram. No segundo tempo técnico, 16 a 15 para o Cruzeiro. Na reta final da parcial, foi a vez do argentino Lucas Ocampo aparecer. Com um ace e três outros bons saques dele, o Bento voltou a liderar por 21 a 19. 

O técnico Marcelo Mendez chegou a pedir tempo duas vezes, mas não adiantou. Deu Bento Vôlei de novo. Após uma indecisão entre William e Isac, a bola caiu e o set acabou em 25 a 23. 

Com a confiança em alta, o Bento não diminuiu o ritmo e manteve ótimo aproveitamento nos saques e contra-ataques. Surpreendentemente nervoso, o Cruzeiro passou a errar mais e o time da casa abriu vantagem: 8 a 4. 

O Cruzeiro até tentou crescer no jogo, mas parecia não acreditar no que acontecia. Duas defesas espetaculares do líbero Daniel e do levantador Marlon incendiaram o ginásio. Com o apoio da torcida, os ponteiros Bruno Temponi e Ocampo comandaram o ataque bento-gonçalvense que chegou ao segundo tempo técnico com 16 a 11. 

O time do técnico Paulão seguiu errando muito pouco e preciso em todos fundamentos fechou o set em 25 a 18 e a partida em 3 sets a 0.
PIONEIRO

Juventude Futsal conta com a torcida

Juventude Futsal conta com a torcida

O Juventude Futsal está a um empate da Série Ouro, a divisão de elite do Estado. E para conquistar uma vaga entre os grandes, como a ACBF, de Carlos Barbosa, o time do técnico Mauro Caxias conta com o apoio da torcida diante da ATF, de Tapejara. Na ida, o Ju venceu por 2 a 0.

Os ingressos para o confronto de volta da semifinal da Série Prata, sábado, às 20h, no Ginásio Enxutão, seguem à venda. O preço é R$ 10 até as 18h de amanhã, na secretaria do Estádio Alfredo Jaconi. Na hora da partida, na bilheteria do Enxutão, R$ 15.

Curtas - Futsal, Rugby e Rústica Solidária

Curtas - Futsal, Rugby e Rústica Solidária

- ACBF sub-20 -

O time laranja inicia hoje, às 20h, em Carlos Barbosa, a decisão do Estadual da categoria. A adversária é a ADS, de Sananduva. O jogo de volta é dia 27. A ACBF busca o pentacampeonato.

- Serra Rugby -

Hoje, às 19h30min, o Serra Rugby recebe o troféu de campeão da Copa RS, em cerimônia na ATP Suplementos, em Caxias. O clube também premia seus destaques
- Rústica Solidária - 
A organização da 7ª Rústica Solidária de Caxias do Sul, marcada para o dia 6 de dezembro, promove todas as quintas-feiras treinos preparatórios gratuitos. Hoje, às 19h30min, o pessoal dá a largada na Academia Base 1. As inscrições à Rústica Solidária custam R$ 100 até o dia 25 e R$ 120 até 30 de novembro. Informações na Base 1, nas três lojas da Girardi Sports e nos sites www.corpa.esp.br e www.esportif.com.br. O dinheiro arrecadado será doado à Liga Feminina de Combate ao Câncer.

Recreio, Top Sport e AMSM são campeões da Copa Regional de Futsal

Recreio, Top Sport e AMSM são campeões da Copa Regional


O time sub-9 de futsal do Recreio da Juventude (foto), de Caxias, ainda comemora o bicampeonato da Copa Regional, título conquistado domingo, em São Marcos. Foram duas goleadas: 6 a 2 na escolinha Top Sport e 5 a 0 na equipe da Associação dos Motoristas São-Marquenses (AMSM). Na sub-11, a Top Sport (Caxias do Sul) foi campeã. E, na sub-13, deu AMSM.

Juvenil da APAHAND/UCS/Pref. de Caxias é vice-campeão gaúcho

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Juvenil da APAHAND/UCS/Pref. de Caxias é vice-campeão gaúcho

A nova safra de atletas da APAHAND/UCS/Pref. de Caxias conquistou o vice-campeonato gaúcho neste domingo. As meninas fizeram a preliminar da final do adulto, mas não conseguiram o mesmo êxito. 
Depois de vencerem os dois primeiros confrontos da fase final, conta o HFSM de Santa Maria e o AAHCB de Campo Bom, o grupo comandado pelo técnico Rafael dos Santos não conseguiu vencer o Santa/Feevale e ficou com o segundo lugar.
"Se compararmos ritmo de jogo e até mesmo quantidade de treinamentos semanais, estamos bem atrás dos campeões. Eles mereceram e para nós esse segundo lugar tem gosto de título pois conseguimos desenvolver um bom jogo e, acima de tudo, fazer valer o coletivo frente ao individual", relata o técnico após o jogo.
Passado os bons resultados do final de semana, agora a próxima batalha é no adulto masculino que no próximo final de semana faz o primeiro jogo da semi-final contra o Recreio da Juventude, no proprio RJ, às 18:30hs. 


Capitã Luana Tomazzoni recebe o troféu do Presidente da FGHb, professor Iradil Antonello 


Resultados da fase final:

APAHAND/UCS/Pref. de Caxias 22 x 16 HFSM
APAHAND/UCS/Pref. de Caxias 26 x 21 AAHCB
APAHAND/UCS/Pref. de Caxias 19 x 24 Santa/Feevale

APAHAND/UCS/Pref. de Caxias mantém hegemonia e conquista o Heptacampeonato estadual

APAHAND/UCS/Pref. de Caxias mantém hegemonia e conquista o Heptacampeonato estadual

Time caxiense agora disputa o Jirgs no início de dezembro

Apahand mantém hegemonia e conquista o sétimo título estadual Apahand/Divulgação
Grupo caxiense comemora heptacampeonato em Campo BomFoto: Apahand / Divulgação
Maurício Reolon
A Apahand/UCS/Pref. de Caxias do Sul manteve a hegemonia estadual e conquistou no sábado, em Campo Bom, o heptacampeonato gaúcho. O título foi confirmado com as vitórias sobre a UFSM, de Santa Maria, por 41 a 8, e a AHCB, dona da casa, por 34 a 15. São sete temporadas sem o time perder uma partida sequer no Estado. 

Técnica da equipe na Liga Nacional, Isabel Spies atuou no time que foi comandado por Rafael dos Santos. A artilharia da competição foi a pivô Manu, com 34 gols.

O próximo compromisso da equipe caxiense será a disputa dos Jirgs, entre os dias 4 a 6 de dezembro, em Pelotas. Nessa competição, o time também busca o tetracampeonato para a cidade de Caxias do Sul.
 
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